quinta-feira, 7 de junho de 2012

Livro: Etnografia e educação


















Etnografia e educação:
culturas escolares, formação e sociabilidades infantis e juvenis
Tania Dauster.(org.)
Sandra Pereira Tosta.(org.)
Gilmar Rocha.(org.)

 
Editora Lamparina, 2012

É sabido que a educação, como campo disciplinar, apropria-se de outros saberes, tais como filosofia, psicologia e história, para investigar suas práticas e construir investigações e caminhos políticos. A entrada da antropologia no campo da educação em tempos recentes tem permitido uma ampliação de sentidos na medida em que as relações sociais na escola, as culturas escolares, os processos de transmissão de saberes no cotidiano, a formação de docentes e as sociabilidades infantis e juvenis atravessam as fronteiras dos espaços e das práticas educativas formais e não formais. Com isso, queremos sinalizar que outras formas de conceber e praticar a educação passam a constituir os currículos da formação de profissionais que atuam nessas áreas.
Este livro reúne artigos de pesquisadores de instituições nacionais e estrangeiras, que atuam nos campos da antropologia e da educação, sendo eles: Alexandre Barbosa Pereira, Anderson Tibau, Gilberto Velho, Gilmar Rocha, Lucelena Ferreira, Márcia Lúcia Anacleto de Souza, Neusa Maria Mendes de Gusmão, Pollyana Alves, Raúl Iturra, Ricardo Vieira, Sandra Pereira Tosta e Tania Dauster.



Sumário:
Antropologia e educação: “diálogo e perspectivas” - Gilberto Velho
Introdução - Tania Dauster, Sandra Pereira Tosta e Gilmar Rocha
A epistemologia da infância: ensaio de antropologia da educação - Raúl Iturra
Aprendendo com o outro: Margaret Mead e o papel da educação na organização da cultura -  Gilmar Rocha
Escrever: formação e identidade num universo de escritoras -  Tania Dauster 
Educação quilombola: entre saberes e lutas - Neusa Maria Mendes de Gusmão e Márcia Lúcia Anacleto de Souza 
Sinal fechado: representações e práticas de leitura de alunos do ensino médio de uma escola pública carioca - Lucelena Ferreira 
Do lar à escola: a hegemonia das práticas escolares e a antropologia da educação em Portugal - Ricardo Vieira 
Pelos mares da baía da Ilha Grande - Anderson Tibau
Jovens e rituais escolares - Alexandre Barbosa Pereira
Cultura e cor na escola: uma etnografia com adolescentes negros de elite - Sandra Pereira Tosta e Pollyana Alves

domingo, 3 de junho de 2012

Mês de Junho

Tem São João!!!!
E tem Rio +20!!!
E tem Cúpula dos Povos!!!

Então, vamos aquecer as discussões
Tematizando os limites alimentares da espécie humana
Que sejamos um "topo de cadeia" cada vez mais consciente.


terça-feira, 22 de maio de 2012

Primeira revista canábica do Brasil

Saiu a primeira edição da primeira revista que trata sobre maconha no Brasil
Até quando viveremos, os seres humanos,
nessa falta de afluência?

É uma vergonha não possuirmos nem ao menos liberdade de expressar ideias
emoções
opiniões

No mais, é bom saber.
o Saber é sempre demais. =)


http://www.semsemente.com/blog/

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Redação de um ensaio

Como a avaliação da disciplina de "Pesquisa Antropológica II" que estou fazendo
me exigirá a redação de um "Ensaio", copiei uma pesquena busca que fiz na internet,
e coloquei aqui, a título de curiosidade.

autoria de http://oshumanos.wordpress.com/2009/05/31/como-escrever-um-ensaio-academico/



"Um gênero textual de difícil delimitação é esse tal de ensaio, né? Recentemente, escrevi dois artigos a respeito, inclusive, mostrando o quanto o gênero ensaio é, inúmeras vezes, confundido com artigo de opinião, diário pessoal etc. Sabemos que existe mais de uma modalidade de ensaio: ensaio livre, ensaio artístico, ensaio acadêmico dentre outros. Vou me ater ao ensaio acadêmico e penso nesse post deixar algumas informações que sirvam de orientação para a escrita do mesmo.

Para começar, deve-se ter em mente que o ensaio acadêmico, antes de tudo, exige: um assunto específico para abordagem; interpretação pessoal sobre o dado assunto; pesquisa referencial – ou seja, o que as outras pessoas também dizem sobre aquilo – e conclusão. Esses pontos são primordiais para o planejamento inicial.
Outro ponto importante é ter discernimento para que o assunto que escolher não seja amplamente genérico nem completamente “manjado”, pois o ensaio vai trazer impressões pessoais e deve-se ter cuidado para não cair na mesmice. Em outras palavras, o ensaio não pode ser aquela escrita da qual quem começar a ler já saberá o final.

O planejamento, após a escolha do tema, é primordial. O momento agora é de buscar referências – em papel, internet, blog… – para que se possa, a partir de leituras sobre o tema, entender quais os principais questionamentos levantados até então. Depois disso, a pessoa já estará apta a falar com uma maior autoridade sobre o assunto, podendo, inclusive, opinar a respeito.
Após as leituras, deve-se fazer fichamentos, apontamentos prévios sobre como proceder no ensaio. Nesse momento, já se tem um esboço do que vai ser escrito e o ensaio começa, então, a criar forma, mesmo que de rascunho.

Para que essa escrita atenda a necessidade do ensaio acadêmico, deve-se tomar como base a estrutura exigida, que ancora o caráter técnico do ensaio. Obviamente, o ensaio vai deixar o autor como a pessoa que tem as reflexões pessoais, mas isso não o exime de citar as fontes – que já foram pesquisadas – que tragam à lume ideias sobre o tema. Vale lembrar que o ensaio, antes de tudo, deve conter uma estrutura típica, que engloba introdução, fundamentação e conclusão. Na introdução dá-se uma pincelada básica sobre o tema; na fundamentação expõem-se os argumentos e contra-argumentos; e na conclusão coloca-se o ponto principal abordado no ensaio, de um modo que revele a sua opinião sobre o assunto.
As citações e as bibliografias utilizadas devem ser citadas ao término do ensaio. Elas são importantes para justificar as fontes de pesquisa que te auxiliaram na elaboração ensaística. Além disso, em alguns casos, pode haver a necessidade de incluir anexos para um melhor entendimento."


ao trabalho :)

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Em busca de signo

Provejamos com bons significados
cada uma de nossas relações =)

É o que careço de fazer
E a Antropologia está me ajudando a querer fazer.

Eita ciência infinita


quarta-feira, 14 de março de 2012

MAE - Movimento Angroecológico



Divulgo aqui um grupo de Agroecologia nascido na UFPB, no campus de Areia.
Não posso esquecer de comentar de professor Vicente Félix, uma grande pessoa, formado em Ciências Agrárias e que viu, durante sua jornada profissional, os caminhos contraproducentes e insustentáveis que a Agronomia veio tomando nas últimas décadas.

http://maepb.wordpress.com/